1.15.2015

Reportagem sobre a SEMEC II - WEBTV Jornal NH

https://www.youtube.com/watch?v=Ytpb-QHJ5Mw

O integrante do Coletivo Consciência Coletiva e delegado regional da Defender - Defesa Civil do Patrimônio Histórico no Vale do Sinos, Jorge Luís Stocker Jr, esteve junto aos escombros da SEMEC 2 falando um pouco da relevância cultural da edificação para reportagem da WEBTV Jornal NH.

Assista: https://www.youtube.com/watch?v=Ytpb-QHJ5Mw


1.13.2015

SEMEC 2 se torna símbolo do descaso com o patrimônio cultural de Novo Hamburgo!


Infelizmente a SEMEC 2, que foi símbolo da arte e da cultura de Novo Hamburgo, tornou-se símbolo do DESCASO com o patrimônio cultural da cidade!

O prédio, doado ao município com a condição de que servisse a fins educacionais, amarga abandono há muitos anos. O Coletivo Consciência Coletiva mobiliza-se desde 2013, tendo realizado inúmeros atos públicos solicitando providências URGENTES.

Dois anos se passaram e nenhuma providência concreta foi tomada. Ainda que tenhamos alertado que o prédio não poderia esperar a burocracia administrativa - e que precisava de escoramento imediato, uma vez que o telhado estava desabando - foi necessário que a edificação desabasse e atingisse um cidadão para que o poder público lembrasse para a situação do prédio. E ainda assim, mesmo com a vida humana em risco e com a perda do conteúdo histórico, a resposta continua sendo o mesmo discurso já ouvido há quase um ano.

O Coletivo lamenta a postura de descompromisso e de omissão do poder público municipal, que não tem buscado patrocínio para o projeto cultural já aprovado, que não efetuou o escoramento da edificação para que ela resistisse até o início do pretendido processo de restauro e que prefere seguir investindo em aluguéis elevados para espaços culturais, deixando um prédio público no abandono.

Lamenta, ainda, a postura de falta de diálogo do poder público municipal, uma vez que tem tentado reunião com o sr. Prefeito Municipal e este se recusa a receber os artistas, desmarcando em inúmeras oportunidades reuniões sem aviso prévio (postura esta repetida pelo Secretário de Cultura).

O patrimônio cultural de Novo Hamburgo está CAINDO, e junto dele a cultura, a arte e a memória da cidade!

1.10.2015

Na mídia: Queda de fachada da antiga Semec 2 é crônica da omissão e da tragédia anunciada (Martin Behrend)

 Reprodução do original disponível em:


"Todos cuidem de todos. Todos cuidem de tudo." Prefeito Lauermann ainda lembra?
Queda de fachada da antiga Semec 2 é crônica da omissão e da tragédia anunciada

Só falta ter uma morte. Se é que ainda não teve. A ausência de cuidados com a cidade de Novo Hamburgo e com seus moradores não tem limites. Episódios previsíveis e anunciados fazem parte – infelizmente! – do noticiário do município. Pontes, calçadas, buracos, sinalização, cruzamentos, ruas, sinaleiras, arroios: obras pela metade, inacabadas ou inexistentes desnudam um surpreendente desleixo da atual administração, comandada pelo prefeito Luis Lauermann. O mais recente e triste episódio foi registrado na tarde de ontem, na Avenida 1º de Março, em frente ao Paradão: parte da fachada do prédio da antiga Semec 2 caiu, ferindo com gravidade um pedestre. No domingo passado, um buraco mal sinalizado provocou um acidente com o motoqueiro tendo a perna quebrada. Falta alguém morrer?
Em relação ao prédio da antiga Semec 2, a história é antiga, repetitiva e, lamentavelmente, o previsto ocorreu. O local abrigou durante anos o Tiro de Guerra e, mais adiante, foi o berço para surgimento da Universidade Feevale. Foi um local que por anos respirou cultura, arte, conhecimento, música e dança. Quando o Tiro de Guerra foi extinto, o prédio acabou doado ao município por Léo Campani com a condição de que fosse utilizado para fins de instrução pública – leia-se atividades educacionais, culturais e do conhecimento. Ali surgiu, então, o Instituto de Belas Artes (IBA), futuro embrião da Feevale.
Há anos se fala da necessidade de recuperar o prédio. E há anos nada se faz. Entramos no sétimo ano da atual administração e nada avançou. Omissão com a história, seus personagens e com a população. Mas antes deste atual grupo dirigir Novo Hamburgo igualmente pouco se fez. Mas quem bradou há menos de dois anos “Todos cuidem de todos. Todos cuidem de tudo” foi o prefeito Lauermann ao assumir o município. Ele ainda lembra disso? Do que e de quem a Prefeitura, afinal, está cuidando?
No começo do ano passado, um muro na parte dos fundos do prédio da Semec 2 ruiu. O imóvel ao lado, ocupado pelos Móveis Veneza, ficou por dias fechado a partir de interdição da Justiça. Começou aí um novo embate judicial envolvendo proprietário do prédio (empresária hamburguense), ocupante do prédio (Veneza), Ministério Público e Prefeitura. A Defesa Civil foi acionada e teria emplacado um paliativo afirmando que o prédio estava seguro. E agora, José?
O prédio da Semec 2 é a síntese da omissão sucessiva dos administradores com a história do município e os hamburguenses – de ontem, hoje e amanhã. Simone Saueressig, Liene Martins Schütz, Plinio Dall Agnol são apenas alguns dos hamburguenses que se manifestam há anos contando esta história e pedindo a recuperação do espaço. Mais recentemente, o grupo Coletivo Consciência Coletiva realizou manifestações em frente ao espaço cobrando providências. Nada foi feito. Ou, vá lá, quase nada: tiveram ações isoladas para emplacar projetos com leis de incentivo à cultura, mas não saiu do papel
As autoridades foram alertadas. Foram apontadas sugestões. Foi mostrado o caminho. O acidente de ontem foi motivado por omissão criminosa do prefeito e sua equipe. Sem mortes, ainda. Mas com justa indenização a ser paga pelo município – logo, por todos os hamburguenses. Prefeito Lauermann: vamos, de verdade, todos cuidar de todos, e todos cuidar de tudo!

 Reprodução do original disponível em:
http://www.martinbehrend.com.br/home/noticia.php?id=457

Sobre o desabamento da SEMEC 2

Ontem a antiga SEMEC 2 DESABOU sobre um pedestre, que foi hospitalizado.

O Coletivo Consciência Coletiva vem alertando para a necessidade urgente de ESCORAMENTO das edificações históricas em risco na cidade há anos. Também mobiliza-se pela recuperação da SEMEC 2.

Além da SEMEC 2, hoje são mais de cinco edificações históricas em arruinamento. Providências precisam ser tomadas tanto para que não se percam as edificações, quanto para a segurança da população.

A queda da SEMEC 2 é, infelizmente, simbólica. É o retrato da situação de praticamente todo patrimônio cultural hamburguense.

Veja a manifestação dos moradores nos cartazes distribuídos no nosso ato público VAMOS SALVAR A SEMEC 2 de 2013:

http://coletivoconscienciacoletiva.blogspot.com.br/2014/01/06122013-acao-coletiva-vamos-salvar.html

1.09.2015

HOJE PARTE DA SEMEC 2 DESABOU !

HOJE PARTE DA SEMEC 2 DESABOU SOBRE UM PEDESTRE!



O Coletivo Consciência Coletiva e a Defender já realizaram inúmeros atos públicos em frente ao prédio conhecido como SEMEC 2. Sempre acreditamos que este que hoje é um símbolo da decadência da gestão cultural da cidade pudesse voltar a ser um símbolo da arte e da cultura da cidade.

Alertamos para a necessidade de ESCORAMENTO emergencial do prédio há mais de três anos. Durante esse período o prédio já desabou e já foi desabado, enquanto o poder público municipal eximiu-se sempre de tomar maiores atitudes por acreditar ser exeqüível a curto prazo um projeto cultural que aguarda captação de recursos via renúncia fiscal.

Sempre insistimos que apesar do projeto, o prédio não pode esperar por todo período de captação até o início das obras, e precisava de escoramento urgente. Hoje comprovamos da pior forma possível que nosso alerta era verdadeiro.

O alerta é constantemente reiterado, também, quanto a casa Engel Grünn da rua General Osório, em que o poder público municipal descumpre há mais de um ano a decisão judicial de realizar a recuperação devida. Precisará ferir alguém para que se tome o cuidado de escorar a edificação?

A notícia trágica de um cidadão ferido pela queda do prédio só demonstra o quanto a pauta do patrimônio cultural não é levada a sério - nem mesmo no que se refere a vida dos moradores da cidade, quanto menos quanto a preservação do valor cultural dos imóveis.

O Coletivo reforça a necessidade URGENTE de organização por parte do poder público para cumprir suas obrigações legais no sentido de proteger o patrimônio cultural, seja ele a SEMEC 2, a casa Engel Grünn ou todo o restante do conjunto de bens históricos do município. Eles representam a alma da cidade e, de uma forma ou de outra, estão todos igualmente abandonados à própria sorte.

# Relembre o ato público VAMOS SALVAR A SEMEC 2 de 2013:
http://coletivoconscienciacoletiva.blogspot.com.br/2014/01/06122013-acao-coletiva-vamos-salvar.html

# Relembre o ato público #ocupasemec2 de 2014:
http://coletivoconscienciacoletiva.blogspot.com.br/2014/04/ocupasemec2-acao-arte-contemporanea.html

# Relembre o ato público realizado na comemoração dos 190 anos da imigração alemã no Brasil que também esteve em frente a SEMEC 2

http://coletivoconscienciacoletiva.blogspot.com.br/2014/07/dois-atos-pela-preservacao-190-anos.html

Na imagem, o ato público Vamos Salvar a SEMEC 2 (2013).

12.18.2014

Na mídia: Livro destaca patrimônio cultural e histórico regional (Jornal Repercussão)


 Reproduzido do original disponível em http://www.jornalrepercussao.com.br/site/content/noticiadetalhe/?id=5418
18/12/2014 13h02

Livro destaca patrimônio cultural e histórico regional

Livro destaca patrimônio cultural e histórico regional 
 
Região - Uma obra literária apresenta as riquezas históricas e culturais de 14 municípios dos vales do Sinos, Serra e Paranhana. Idealizado pela Valorize Assessoria em Turismo, Cultura e Educação, o livro Patrimônio Cultural e Histórico: Uma Rede Viva!!! reúne textos e artigos que resgatam aspectos históricos do patrimônio cultural de cada município. 
A integração da rede colaborativa de valorização do patrimônio cultural ofereceu aos integrantes das prefeituras um curso em parceria com o Instituto Superior de Educação Ivoti - ISEI. Apresentações artísticas nos municípios envolvidos também integrou as diretrizes do projeto, que culminou com a produção do livro. Financiado pelo Pró-Cultura RS, a obra obteve recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura do governo do Rio Grande do Sul. Através do site patrimonioredeviva.com.br é possível ter acesso a outros conteúdos elaborados pela Valorize e municípios.

Casas históricas de Campo Bom contextualizadas no livro
O contexto da preservação (ou da demolição) do patrimônio cultural de Campo Bom é apresentado por Jorge Luís Stocker (do coletivo Consciência Coletiva e da OSCIP Defender). Stocker resgata as ações que culminaram no primeiro levantamento do patrimônio cultural de Campo Bom e resgata o surgimento dos palacetes no estilo eclético na década de 1970. Na obra publicada no livro é apresentado que o município possuía 57 bens catalogados, mas hoje restam 38 imóveis. Entre eles está a Casa Wolf, na Av. Brasil.

Sapiranga apresenta história do Museu, Casa Johann e Morro Ferrabraz
Em artigo produzido por Ana Carolina Oliveira Fonseca, Juliana Cristina Feyh e Roberta Rothen é apresentado como a valorização e a preservação do patrimônio material e imaterial do Município ocorreu ao longo dos anos. Destaque para o momento em que o Morro Ferrabraz foi transformado em Patrimônio Natural, Cultural, Histórico e Turístico. A obra enaltece ainda a Casa Johann Schmidt, construída em 1845 (e que atualmente enfrenta problemas estruturais).

Nova Hartz aposta em projeto de educação patrimonial de jovens
Para manter viva a história do Município, o Museu Histórico de Nova Hartz desenvolve o Projeto de Educação Patrimonial "Você é feito de Histórias". Mais de 930 estudantes foram atendidos pela professora Vânia Priamo. O projeto é direcionado aos estudantes do quarto ano das escolas públicas. Para trabalhar a histórica do município, as crianças visitam locais de inquestionáveis valores culturais existentes na cidade. Uma gincana para resgatar os ensinamentos encerra o projeto anualmente. 

 Reproduzido do original disponível em http://www.jornalrepercussao.com.br/site/content/noticiadetalhe/?id=5418


12.17.2014

5º Soma Cultural: Amnésia Urbana - A cidade perde sua identidade




O último encontro #SomaCultural abordará o tema "Amnésia Urbana - A cidade perde sua identidade"

CONFIRME SUA PRESENÇA:https://www.facebook.com/events/1509431799341497

A paisagem urbana da cidade se transforma constantemente, num processo de substituição atordoante. Dentro deste processo, não se perdem apenas construções, mas parte da cultura da cidade. Na última década dezenas de imóveis históricos inventariados – ou seja, protegidos pelas disposições legais – foram perdidos, num processo irreversível.

A cidade de Novo Hamburgo segue desconsiderando os valores culturais, históricos, ambientais, paisagísticos, afetivos, estéticos, artísticos do seu patrimônio: um verdadeiro massacre cultural que causa um curioso caso de amnésia urbana.

O último encontro Soma Cultural irá conectar os temas debatidos nos encontros deste ano – arte, identidade e memória. Uma retrospectiva da preservação e da não preservação do patrimônio cultural e ambiental em Novo Hamburgo, valorizando a memória das memórias perdidas.

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O Soma Cultural é um projeto experimental que pretende discutir a cultura em Novo Hamburgo, conectando cidadãos, artistas e agentes culturais; através dos eixos Arte, Identidade e Memória.

O evento acontece das 19h30 às 21h na sala de audiovisual do Espaço Cultural Albano Hartz (Calçadão Osvaldo Cruz, 112, Centro).

12.04.2014

Coletivo Consciência Coletiva recebe homenagem em Porto Alegre

 Foto: Luan Machado


O Coletivo Consciência Coletiva recebeu, na quarta-feira (03/12), o troféu Viaduto Otávio Rocha. A homenagem ao grupo de artistas hamburguenses foi concedida pela ARCCOV devido a “destacada colaboração que o grupo tem prestado à cultura e à questão social em benefício da população”.

O Troféu Viaduto Otávio Rocha é bianual e está na 2ª edição, comemorando os oitenta e dois anos do Viaduto Otávio Rocha, principal monumento histórico da capital. A cerimônia ocorreu no salão de eventos do Hotel Everest.


 Foto: Luan Machado
 Foto: Luan Machado

 
 Foto: Luan Machado

Foto: Lesliey Gonsales
 

11.28.2014

Casa histórica desaparece aos poucos em Novo Hamburgo (RS)



              O bairro Rio Branco, próximo ao centro da cidade de Novo Hamburgo, já foi conhecido pela alcunha de “mistura”, por congregar moradores de diferentes etnias e credos. Mas os remanescentes históricos desta pluralidade cultural  estão cada vez mais escassos.

              Um dos exemplares representativos dos antigos moradores teuto-brasileiros – situado em ponto privilegiado, na esquina da rua Marcílio Dias com a rua 25 de Julho – tornou-se simbólico deste processo de perda.  Anteriormente residência da família Schmidt, a casa que antes apresentava estado de conservação impecável chama a atenção dos transeuntes pelo gradual processo de degradação. 

 Aspecto da casa em 2007.

              “Foi solicitada demolição da casa junto a Comissão de Patrimônio, e a autorização foi recusada. Pouco depois a casa apareceu com o telhado danificado. Aí vieram uma série de pichações bastante estranhas. Até que, para a surpresa de todos, a casa começou a desabar.” - comenta Alexandre Reis, artista plástico e delegado regional da oscip Defender.
              A suspeita era amplamenta difundida à boca pequena pela cidade: a casa seria destruída no final de semana. “Avisamos Prefeitura Municipal e Ministério Público. A suspeita praticamente se concretizou: a casa amanheceu no dia 10 de setembro de 2013 com boa parte do seu frontão derrubado.” descreve Jorge Luís. Três dias antes, uma postagem na página do Coletivo Consciência Coletiva registrava a edificação ainda íntegra.


Setembro/2013

              Em seguida, na tarde chuvosa do dia 21 de setembro de 2013, alguns transeuntes se depararam uma cena inusitada: as telhas da casa “voavam sozinhas”, arremessadas de dentro pra fora.  Era a demolição, iniciada algumas semanas antes, que embora embargada pela Prefeitura continuava informalmente.

              Convocada pela Defender, a Brigada Militar esteve no local, onde um morador de rua foi flagrado no ato. Este declarou estar autorizado pelo proprietário, de quem sabia o nome. Foi lavrado um Boletim de Ocorrência e encaminhado o caso ao Ministério Público, que abriu um Inquérito Civil.

              Mais de um ano depois, e após mais um incêndio criminoso que destruiu o que restava de tehado, os integrantes da Defender foram surpreendidos com a notificação de arquivamento deste Inquérito. “O Ministério Público vale-se de um laudo de um engenheiro da Defesa Civil, que diz que o prédio tem risco de desabamento, e justifica não ter o que investigar. Ninguém duvida deste risco, a questão não é esta, mas o que se deve fazer para impedí-lo de desabar. Fingir que nada de errado está acontecendo é abrir um precedente terrível para o desmonte do que sobrou na cidade” comenta o acadêmico de arquitetura Jorge Luís Stocker Jr. “Um bem cultural não pode ser tratado como uma casa qualquer.” complementa. 

07/11/2014

              Apesar do arquivamento do Inquérito Civil promovido pelo Ministério Público, segue correndo uma ação judicial entre município e proprietário, uma vez que a edificação é inventariada como patrimônio cultural do município e, portanto, resguardada pela Constituição Federal. Conforme Alexandre, os representantes da Defender pretendem recorrer do arquivamento junto ao Conselho Superior do Ministério Público: “não podemos aceitar esta omissão do órgão que tem a missão de fiscalizar o cumprimento da lei”, comenta. Enquanto as expectativas de um desfecho são cada vez mais difíceis, a casa segue em acelerada degradação.

               Integrantes do Coletivo Consciência Coletiva e da oscip Defender realizaram recentemente um ato público no local (07/11), chamando atenção para a perda deste referencial cultural da cidade. Para Jorge, a experiência e positiva: “Teve um senhor que nos chamou de desocupados, mas a comunidade no geral apoia, pára pra conversar, faz sinal de positivo. Tentamos difundir o entendimento de que a cidade inteira tem patrimônio, não apenas o centro histórico.”, comenta.

11.27.2014

Na mídia: Projeto Soma Cultural acontece na sexta (Jornal Canudos)

Jornal Canudos Edição 375
Acesse na íntegra.

4º SOMA Cultural - Identidade de Gênero e Sexualidade


Na última sexta-feira (21/11) foi realizada mais uma edição do Soma Cultural.

O tema discutido foi Identidade de Gênero e Sexualidade, a partir da projeção de parte do filme "Desejo Proibido (If These Walls Could Talk 2)".

O debate foi mediado pela jornalista e doutoranda em Comunicação e Informação pela UFRGS Pâmela Stocker.


11.20.2014

Convite: 4º SOMA Cultural - Identidade de Gênero e Sexualidade

O encontro SOMA CULTURAL desta sexta-feira abordará o tema
«identidade de gênero e sexualidade», com projeção da primeira história
do filme Desejo Proibido (If These Walls Could Talk 2).

O debate será mediado pela Jornalista, mestre e doutoranda
em comunicação e informação pela UFRGS Pâmela Stocker.
CONFIRME SUA PRESENÇA:https://www.facebook.com/events/855804084453899/

11.13.2014

Ato público em frente a Casa Schmidt (07.11.2014)

     Integrantes do Coletivo Consciência Coletiva e da oscip Defender realizaram recentemente um ato público em frente ao imóvel conhecido como Casa Schmidt no dia 07/11, chamando atenção para a perda deste referencial cultural da cidade.

 Com cartazes da campanha "SOS Patrimônio Cultural NH" e uma faixa "Novo Hamburgo: História Virando Entulho", os ativistas chamaram a atenção dos motoristas e pedestres para o imóvel, que desaparece aos poucos.

Mas informações sobre o caso podem ser lidas neste artigo.










Fotos: Maurício Montano


Foto: Jorge Luís Stocker Jr.

11.04.2014

3º Soma Cultural (31/10) - Gentrificação

Foto: Jorge Luís Stocker Jr.

A terceira edição do Soma Cultural (31/10) abordou a gentrificação das áreas urbanas e suas implicações no cotidiano da cidade e na população.

O debate ocorreu após a projeção do curta-metragem pernambucano "Em Trânsito".

Uma noite muito produtiva e com muita pluralidade de posicionamentos e reflexões!






Fotos: Maurício Montano