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5.28.2019

Ação Coletiva

 ATO DO COLETIVO CONSCIÊNCIA COLETIVA

Na noite de segunda-feira (27), durante a Palestra "Arquitetura de Enxaimel" com Prof. Manfred Gerner, na Fundação Ernesto Frederico Scheffel realizamos ATO em defesa das DEMANDAS do PATRIMÔNIO HISTÓRICO- CULTURAL, MEMÓRIA SOCIAL, IDENTIDADE E TERRITORIALIDADE no Município de Novo Hamburgo.
A OMISSÃO e DEMAGOGIA dos PODERES PÚBLICOS e das INSTITUIÇÕES perante as demandas.
A NECESSIDADE DE FALARMOS SOBRE GENTRIFICAÇÃO SOCIAL E CULTURAL em processo de SEGREGAÇÃO na nossa cidade e sobre ESQUECIMENTO da nossa HISTÓRIA INDÍGENA, AFRO-BRASILEIRA.
A NECESSIDADE DE FALARMOS SOBRE A INSEGURANÇA e FRAGILIDADE que NOSSOS ACERVOS estão condenados.
Essas são algumas das questões que precisamos deliberar COLETIVAMENTE JÁ!
! SOS Patrimônio Histórico-Cultural!




9.07.2017

Ação Coletiva: Desfile



O levante artístico e anárquico dos de baixo marcando presença no desfile paramilitar do sete de setembro. Nada a comemorar neste país, nada a se orgulhar dos ataques que a cultura e a diversidade vem sofrendo.

8.18.2017

Ação Coletiva na Audiência Pública - SEMSAS e Lar da Menina

"GENTRIFICAÇÃO É SEGREGAÇÃO - A cidade não é mercadoria da elite anti-social"
Uma audiência publica debatendo a destinação dos imoveis públicos de Hamburgo Velho - SEMSAS e Lar da Menina, foi realizada na Câmara Municipal no dia 17.08.2017. Foi apresentado ao público uma proposta elaborada pela AME- Associação de Moradores e Comerciantes de Hamburgo Velho, para os dois espaços públicos acima citados.
A questão que colocamos é: Queremos Hamburgo Velho para quem ???
As propostas apresentadas visam privatizar ainda mais o espaço público, destinando a utilização para fins especulativos, como escritórios, encubadoras de cervejeiros e atividades tecnológicas, junto de espaços com justificativas artísticas culturais.
O que fica evidente é mais uma proposta higienista de GENTRIFICAÇÃO do Centro Histórico, visando lucro e contemplar quem menos precisa.
A arte e a Cultura , não podem ser massa de manobra para tornar espaços públicos em patrimônio de castas abastadas e germanistas!
Os espaços públicos antes de tudo são espaços de todos, e por serem públicos devem cumprir sua função social, trabalhando assim a inclusão social, Hamburgo Velho pertence a todos, já que a história continua no agora.
Temos que superar a nostalgia letárgica que reforça preconceitos, sem cair em clichês de tendências hipsters, como a de buscar o título de capital nacional da cerveja artesanal - não precisamos ser capital de nada , temos sim que evoluir socialmente nossa cidade, para que tenhamos espaços culturais como teatros, bibliotecas, salas de exposições e museus, que ABRAM aos finais de semana, sem segregar quem vem da vila, para que esse cara da vila sinta pertencimento da sua história dentro do processo de construção social, sem o apelo Marginal que as instituições tentam nos enquadrar....
A cidade, as pessoas, a natureza , não devem ser transformados em produtos, e assim tabelados como mercadorias, que geram recursos aos governos que burocratizam o processo de gestão para privatizar o patrimônio público, a cidade não é subalterna de ideias de prefeitos que não dialogam...
Hamburgo Velho já perdeu muito de sua Poesia, em muitos lugares onde antes havia árvores e flores, hoje habita o concreto e o cinza. Muitos moradores foram esmagados e abusados pela especulação imobiliária.
Enquanto a comunidade continuar sendo tratada como subalterna de governos e instituições, que insistem na construção de processos "de cima pra baixo", não evoluiremos...
Horizontalizar as relações valorizando a base da sociedade dentro de um processo inclusivo, valorizando as diversidades, como possibilidades de autonomia cultural, é um processo a ser construído coletivamente... AHO
Fotografia: Daniele Souza/CMNH

5.18.2015

Discurso na Tribuna Popular da Câmara Municipal de Novo Hamburgo

18/05/2015 – Na sessão da Câmara Municipal de Novo Hamburgo desta segunda-feira, 18, Alexandre Reis e Jorge Luís Stocker Jr., do Coletivo Consciência Coletiva, estiveram ocupando a Tribuna Popular.
Segundo os ativistas, Novo Hamburgo perdeu 50 imóveis que constavam do inventário arquitetônico e cultural, em consequência da remoção do inventário do Plano Diretor. A dupla mostrou no telão uma série de fotos de imóveis históricos em péssimo estado.

 
Fotografia: https://twitter.com/camaranh/status/600438633468993536

1.22.2015

Ato público "CULTURA EM RUÍNAS - AÇÃO IMEDIATA PELA RESTAURAÇÃO DA SEMEC II" (16.01.2014)


 Ato público "CULTURA EM RUÍNAS - AÇÃO IMEDIATA PELA RESTAURAÇÃO DA SEMEC II" (16.01.2014)

No ato público, promovido pelo Coletivo Consciência Coletiva e Defender, foi iniciada a coleta de assinaturas para um abaixo assinado e gravados depoimentos em vídeo.

Este é o terceiro ato público promovido no local, em frente a SEMEC 2 - o primeiro desde o desabamento de parte da edificação. 





















A SEMEC 2, que foi símbolo da arte e da cultura de Novo Hamburgo, tornou-se símbolo do DESCASO com o patrimônio cultural da cidade!

O prédio, doado ao município com a condição de que servisse a fins educacionais, amarga abandono há muitos anos. O Coletivo Consciência Coletiva mobiliza-se desde 2013, tendo realizado inúmeros atos públicos solicitando providências URGENTES.

Dois anos se passaram e nenhuma providência concreta foi tomada. Ainda que tenhamos alertado que o prédio não poderia esperar a burocracia administrativa - e que precisava de escoramento imediato, uma vez que o telhado estava desabando - foi necessário que a edificação desabasse e atingisse um cidadão para que o poder público lembrasse do prédio. E ainda assim, mesmo com a vida humana em risco e com a perda do conteúdo histórico, a resposta continua sendo o mesmo discurso já ouvido há quase um ano.

O Coletivo lamenta a postura de descompromisso e de omissão do poder público municipal, que não tem buscado patrocínio para o projeto cultural já aprovado, que não efetuou o escoramento da edificação para que ela resistisse até o início do pretendido processo de restauro e que prefere seguir investindo em aluguéis elevados para espaços culturais, deixando um prédio público no abandono.

Lamenta, ainda, a postura de falta de diálogo do poder público municipal, uma vez que tem tentado reunião com o sr. Prefeito Municipal e este se recusa a receber os artistas, desmarcando em inúmeras oportunidades reuniões sem aviso prévio (postura esta repetida pelo Secretário de Cultura).

O patrimônio cultural de Novo Hamburgo está CAINDO, e junto dele a cultura, a arte e a memória da cidade!

11.13.2014

Ato público em frente a Casa Schmidt (07.11.2014)

     Integrantes do Coletivo Consciência Coletiva e da oscip Defender realizaram recentemente um ato público em frente ao imóvel conhecido como Casa Schmidt no dia 07/11, chamando atenção para a perda deste referencial cultural da cidade.

 Com cartazes da campanha "SOS Patrimônio Cultural NH" e uma faixa "Novo Hamburgo: História Virando Entulho", os ativistas chamaram a atenção dos motoristas e pedestres para o imóvel, que desaparece aos poucos.

Mas informações sobre o caso podem ser lidas neste artigo.










Fotos: Maurício Montano


Foto: Jorge Luís Stocker Jr.

7.25.2014

Dois atos pela preservação - 190 anos imigração alemã (25.07.2014 )

Dois atos públicos foram realizados no dia 25/07 - em Campo Bom (manhã) e Novo Hamburgo (tarde) pelo Coletivo Consciência Coletiva e Defender.

Os atos abordaram duas edificações históricas vinculadas a cultura teuto-brasileira em vias de desaparecimento - a Casa Faller em Campo Bom e a Casa Engel Grünn em Novo Hamburgo.

Durante a manhã foi distribuído material informativo sobre a Casa Faller e o patrimônio cultural de Campo Bom, marcando a paisagem com placas alusivas próximo a edificação. Após, a manifestação circulou pelo centro da cidade.

Na parte da tarde, uma intervenção artística chamou a atenção para a Casa Engel Grünn, dividida em três partes, com placas informativas valorizando a fachada e expondo a situação precária do imóvel.

Ambos os casos abordados nos atos públicos estão em juízo. Nos 190 anos da imigração alemã, registros materiais da história local estão se degradando e desaparecendo!

















Ato público pela preservação da Casa Engel Grünn - 190 anos da imigração alemã

7.24.2014

Dois atos públicos pela preservação do patrimônio cultural marcarão passagem dos 190 anos da Imigração Alemã

Dois atos públicos pela preservação do patrimônio cultural marcarão passagem dos 190 anos da Imigração Alemã

                No dia 25 de Julho comemora-se o Dia do Colono, remetendo a data da chegada dos primeiros imigrantes alemães na região do Vale do Sinos, Rio Grande do Sul. Neste ano de 2014, a data marca a passagem dos 190 anos da imigração alemã no Sul do Brasil. Para ativistas da preservação do patrimônio cultural, no entanto, há muito pouco a comemorar.

Patrimônio cultural teuto-brasileiro se degradando

                “Como comemorar uma cultura, quando os registros materiais desta mesma cultura estão se perdendo a cada dia?” comenta Jorge Luís Stocker Jr., delegado da organização Defender no Vale do Sinos e integrante do Coletivo Consciência Coletiva. Os grupos tem se envolvido diretamente em ações ligadas à preservação do patrimônio cultural de toda a região.
                Os atos acontecerão em diversos espaços de Campo Bom e Novo Hamburgo, abordando um bem cultural de cada cidade. “São dois casos de edificações vinculadas diretamente à cultura teuto-brasileira que se encontram em risco de desaparecimento, seja por falta de reconhecimento do seu valor cultural ou pelo abandono” – complementa Jorge. Nos atos, serão distribuídos panfletos informativos e realizadas intervenções artísticas.
Casa Engel Grünn segue em acelerado desabamento, embora haja decisão judicial determinando que o município de Novo Hamburgo tome providências.

                Para o artista plástico Alexandre Reis, “é visível que as comunidades tem buscado cada vez mais a preservação do patirmônio cultural, mas na prática, as atitudes concretas dos poderes públicos não acompanham e ainda são tímidas. Organizamos estes atos públicos nesta data simbólica para desmistificar o tema e expor a sua fragilidade. Estamos presenciando um extermínio da memória na região”.

                O grupo defende que o patrimônio arquitetônico não tem significado só para os teuto-descendentes. “As edificações históricas são presença marcante na paisagem das nossas cidades, parte do dia-a-dia, dando sentido ao espaço. Precisamos preservá-las não pensando apenas no seu passado, mas no nosso futuro”  explica Jorge, que complementa – “ o patrimônio arquitetônico integra-se na memória coletiva e com os costumes, saberes e fazeres. Tudo integra a nossa cultura regional e cada pequena perda é extremamente nociva ao conjunto”.


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